A governança climática não se decreta.
Se constrói.

Um sistema emergente criado por jovens líderes brasileiros para transformar dados em decisões, decisões em coordenação e coordenação em ação climática. Cinco projetos. Um método comum. Uma nova forma de enfrentar a crise climática.

📊 Dados
🧠 Conhecimento
🎯 Decisão
🤝 Coordenação
📜 Legislação

A crise climática não é um problema único. É um sistema de problemas interligados, com impactos sociais, ambientais e econômicos que se intensificam e atingem primeiro as populações mais vulneráveis. Diante desse desafio, respostas isoladas não são suficientes. É preciso construir novas formas de colaboração capazes de transformar conhecimento em ação.

O Fellowship OEA Brasil 2025 é um plano de ação para enfrentar essa complexidade. Reuniu jovens líderes brasileiros, diversos e com capacidades complementares, em uma comunidade de prática orientada à construção de soluções. Mais do que um programa de formação, é um espaço de experimentação coletiva para pensar e agir sobre problemas climáticos reais.

Sua abordagem integrou princípios de governo aberto — transparência, participação, colaboração e prestação de contas — com o uso estratégico de dados abertos. Essa combinação permitiu conectar evidência científica com tomada de decisão pública, fortalecendo a capacidade de resposta diante de problemas complexos.

A metodologia adotada foi baseada em aprender fazendo. Cada equipe partiu de um problema concreto, formulou hipóteses, desenvolveu experimentos e gerou evidências iniciais. O resultado não são apenas cinco projetos. É um sistema emergente de governança climática, onde cada iniciativa contribui para um ciclo comum: dados geram conhecimento, que orienta decisões, que exigem coordenação e se consolidam em normatividade.

1. Bolsa de Problemas

A crise climática como problema sistêmico — um mosaico de realidades brasileiras

O enfrentamento da mudança do clima exige reconhecer que se trata de um super wicked problem: um problema sem solução simples, com múltiplas causalidades, prazos que se esgotam e impactos desproporcionais sobre os mais vulneráveis. O Fellowship partiu de um mapeamento de 25 problemas reais — ambientais, sociais, produtivos e institucionais — para selecionar cinco frentes de experimentação.

2. Os Fellows: Jovens Líderes

Diversidade territorial, disciplinar e institucional como capacidade de ação

25 líderes de todas as regiões do Brasil — do Pará ao Rio Grande do Sul, da Bahia a São Paulo — reuniram suas experiências em direito, ciência de dados, relações internacionais, biologia, comunicação, gestão pública, ativismo ambiental e inovação cívica. Nenhuma solução climática é individual. Todas são coletivas.

3. Aprendizados do Fellowship

Clareza metodológica é mais importante que precisão ilusória

4. Metodologia Experimental

Experimentar é reduzir incerteza. Aprender fazendo.

5. Sistema Emergente de Governança Climática

Cada projeto é uma peça de um ciclo maior — dados, conhecimento, decisão, coordenação, normatividade

Este sistema permite decisões melhores, coordenação entre atores diversos, legitimidade democrática e escala. Não se trata de um modelo fechado, mas de uma arquitetura viva que pode ser replicada em outros territórios e temas.

6. Projetos

Cinco experimentos, cinco caminhos de adoção, um método comum

7. Como Apoiar

Cada projeto precisa de aliados para escalar — institucionais, técnicos, financeiros e territoriais

8. Créditos e Parceiros

OEA CGU Banco Mundial Embaixada da França

Coordenação acadêmica: Humberto Fuentes & Marina González. Apoio: Laura de Melo. Parceiros institucionais: OEA, CGU, Embaixada da França no Brasil, Banco Mundial, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, ENAP, Universidade de Brasília, Ambiental Media, Google Brasil, entre outros.